Voltar 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O SEU FILHO É DISTRAÍDO ?

O Seu filho é distraído?
O Seu filho não compreende ordens?
O Seu filho está com dificuldade para entender o que as pessoas falam, mas apresenta um exame de audição normal?

FIQUE ATENTO, ELE PODE TER “DISFUNÇÃO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL”

O que é isso?

Os pais e professores frequentemente queixam-se que a criança é preguiçosa, desinteressada, insegura, não tem vontade de aprender... Estas alterações, no comportamento, podem ser “Desordem do Processamento Auditivo Central” (DPAC).
A DPAC é uma dificuldade em lidar com as informações que chegam pela audição. É um problema funcional da audição. A criança detecta os sons normalmente. Esta medida de detecção de sons é avaliada pela audiometria tonal liminar. No entanto, indivíduos com alteração do processamento auditivo central apresentam dificuldade em atribuir significado ao conjunto de sons detectados. Esta medida das habilidades auditivas envolvidas na análise e interpretação dos sons é realizada por avaliações auditivas comportamentais, sendo assim, a DPAC indica a dificuldade em analisar e/ou interpretar os sons.

Nos dois primeiros anos de vida as “vias auditivas”, ou seja, os “caminhos” que os sons percorrem até chegarem no cérebro estão em maturação, ficando “prontas” por volta dos 2 anos de idade. Sendo assim, os pais e professores podem ajudar, e muito, estimulando melhor essa criança.
Aqui vão as orientações...

- Fale pausadamente, articulado bem;
- Fale alto, mas não grite;
- Fale uma coisa de cada vez;
- Repita uma ordem, várias vezes;
- Use frases curtas;
- Quando a criança fizer uma pergunta, sempre dê uma resposta;
- Adicione informações à fala da criança, para que ela possa aprender novas palavras;
- No início diminua os barulhos da casa (desligar o rádio e televisão) ou da sala de aula (pedir silêncio, fechar as janelas) quando estiver a falar com as crianças;
-Peça à criança para repetir as solicitações. Não pergunte, apenas, se ela entendeu;
- Antes de começar a falar, chame a criança pelo nome, olhe ou toque a criança e garanta que ela esteja a olhar para si;
- É importante ter um tempo para criança, diário, pelo menos 15 minutos para contar histórias, cantar músicas, descrever as actividades do dia dia;
- Procurar não rotular a criança de preguiçosa, desinteressada, tagarela, etc, mas sim, compreender que a criança com DPAC cansa mais facilmente de prestar a devida atenção, perde pistas acústicas do sinal de fala e com isto deixa de entender o que se lhe está a ensinar.

Lembre-se não porque tem problemas cognitivos ou emocionais para aprender, mas sim porque perdeu a informação que foi dada via o sentido da audição.
 

       

  Voltar